Corri até ao café da Vila. Estava feliz. Entrei no café. Observei-o. Sentia orgulho nele. Era bonito e ainda muito novo.
Há muito tempo que não o via. O meu coração batia forte.
Aos saltos como uma menina, corri até ele. Abracei-o. Dei-lhe um beijo. Queria dizer-lhe muitas coisas.
Amava-o muito. A ausência dele entristecia-me. Contive-me e sorri . Ele Olhou para mim e esboçou um sorriso e disse-me:
Há muito tempo que não o via. O meu coração batia forte.
Aos saltos como uma menina, corri até ele. Abracei-o. Dei-lhe um beijo. Queria dizer-lhe muitas coisas.
Amava-o muito. A ausência dele entristecia-me. Contive-me e sorri . Ele Olhou para mim e esboçou um sorriso e disse-me:
- Olá loirinha, então? Trouxe uma prenda para ti.
- Uma prenda?
Ele trouxera-me uma prenda. Eu raramente tinha prendas. Como eu gostava dele! Eu não queria que ele fosse embora.
De repente perguntou-me:
- A mãe está bem?
- Sim, fala muitas vezes em ti.
Não consegui dizer ao meu irmão o quanto a minha mãe sofria com o seu afastamento.
O tempo dissipava-se e ele estava com pressa. Com um gesto carinhoso deu-me um beijinho.
Entregou-me a prenda. Era um perfume. Fiquei nervosa e ele também.
A viagem para o Alentejo era longa. Deu-me outro beijinho. Eu queria chorar mas não conseguia.
Ele estava triste. Eu estava perturbada.
Saímos para a rua. Abraçou-me longamente.
Entrou para o carro.
Disse-lhe adeus até o veículo desaparecer.
A viagem para o Alentejo era longa. Deu-me outro beijinho. Eu queria chorar mas não conseguia.
Ele estava triste. Eu estava perturbada.
Saímos para a rua. Abraçou-me longamente.
Entrou para o carro.
Disse-lhe adeus até o veículo desaparecer.
Fiquei ali só, inerte. Agarrei sofregamente na prenda.
Olhei para a minha mão pequena agarrada ao pacote. Tinha um laço vermelho. Queria abri-la. Não conseguia. Sentia um nó na garganta.
Comecei a correr novamente. Fiz o percurso inverso ao anterior. Cheguei a casa. Tentei disfarçar toda a emoção de ter estado com o meu irmão mais velho. A minha mãe veio ao meu encontro e perguntou-me ansiosa:
-Então, como está o teu irmão? Perguntou por mim?Olhei para a minha mão pequena agarrada ao pacote. Tinha um laço vermelho. Queria abri-la. Não conseguia. Sentia um nó na garganta.
Comecei a correr novamente. Fiz o percurso inverso ao anterior. Cheguei a casa. Tentei disfarçar toda a emoção de ter estado com o meu irmão mais velho. A minha mãe veio ao meu encontro e perguntou-me ansiosa:
Não respondi e comecei a saltar de um lado para o outro sem parar. Apenas dizia:
- trouxe uma prenda para mim, trouxe uma prenda para mim.
E assim disfarçava toda a saudade que sentia do meu irmão.
parabéns joaninha fizeste-me mesmo regressar á infancia. aqueles banhos no tanque eram mesmo fantásticos.Só faltou falar das sonecas a seguir ao almoço do avó.
ResponderEliminarBeijocas do teu afilhado